Amo-te

Em conversa com algumas amigas, falávamos da dificuldade que homens e mulheres experimentam em assumir palavras de amor numa relação  a dois. É como se algumas palavras fossem proibitivas. E não entendemos porquê. Melhor, a conclusão a que chegámos é que nos tempos que correm, as pessoas evitam compromissos. Procura-se o instante. Vive-se o presente mas não se quer pensar no futuro. Talvez por isso, seja utilizado na linguagem dos afectos o adoro-te, mas conjugar o verbo amar é já muito difícil de ouvir e de arriscar.

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Ilusões e Desilusões

O complexo mundo em que vivemos e que influência  muitos dos nossos comportamentos leva-me a pensar nas ilusões que criamos no confronto diário que mantemos com a realidade. Os desejos, as vontades, as expectativas, os planos que estabelecemos abrem a porta das ilusões. Quando se transformam em algo real, deixam de o ser para passarem para o domínio do concreto. Mas quando não atingem esse patamar, ou permanecem ilusões ou evoluem para as desilusões. E aí, o problema pode doer.

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Não sei lidar com o fracasso

A auto-estima leva-nos a pensar na auto-crítica. Será que a nossa motivação fica enfraquecida?
Dizem os especialistas que quando nos criticamos, estamos a levar para o nosso organismo adrenalina e cortisol e que isso irá possibilitar-nos, de acordo com o nosso sistema de autodefesa, modos de responder activamente a essa crítica.

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As mudanças brutais dos atores

Tom Hardy, de 41 anos, foi considerado um dos homens mais atraentes do mundo pela revista “Glamour”.
Foi convidado do casamento de Harry e Markle, aparecendo calvo e completamente desfigurado, com cicatrizes no rosto.

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Estará a democracia a morrer?

Há sinais de regressão da democracia. Há mesmo quem considere que é a maior regressão desde 1930.
Nos Estados Unidos, na convenção constitucional de 1787, uma mulher perguntou a Benjamim Franklin: “o que é que temos, uma república ou uma monarquia?” ao que ele respondeu: “uma república se a conseguirmos manter”.

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Os Enviados Especiais

Foi na guerra da secessão, nos Estados Unidos, entre o Norte e o Sul, meados do século XIX, que surgiu a figura do jornalista enviado especial. Na altura, o meio de comunicação era o telégrafo e os jornalistas tinham que fazer fila para conseguir enviar os seus artigos.

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Faz-se História

O Presidente da Coreia do Norte vai encontrar-se com o seu homólogo Sul-Coreano na próxima sexta-feira. Estamos a assistir a um momento histórico. Desde 1933 que tal encontro não acontecia.

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As primeiras damas

Na visita de Emmanuel Macron aos Estados Unidos, destacaram-se as respectivas mulheres: ambas vestidas de branco integral, que é do mais chic que pode haver. Estavam de arrasar.

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