Os meus gostos – O batom

Por dever de ofício, tenho algumas dezenas de batons. Claro que não é só por uma questão profissional, mas porque mesmo que não se tenha mais nada na cara, o batom dá um toque de luminosidade ao rosto. O batom tem uma longa história que remonta aos tempos, pelo menos, de Cleópatra.

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A maquilhagem não é uma Arte.

O que “define” Arte (escultura, pintura, literatura, música, teatro, dança e cinema) é o facto de não ter função, de não servir para nada a não ser agradar aos sentidos e estimular emoções (o que não é pouco). A Arte é um trabalho de criação quase sempre solitário, e de certo modo egoísta. O “consumidor” gosta ou não, mas o processo criativo não está, em princípio sujeito a uma prévia aprovação de um cliente, ao contrário da maquilhagem.

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