Há quatro anos, estava por estes dias na China. O grupo de jornalistas integrava cerca de vinte pessoas. Algumas, poucas, conheci-as. Outras não. E outras conheci-as do que escreviam sobre mim sem me conhecerem.
A velocidade das “fake news” no nosso cérebro
Recentemente, o neurocientista e professor da Universidade da Califórnia, Matthew Lieberman, veio chamar a atenção para o facto de que a velocidade de propagação das “fake news” no ceio de determinados grupos sociais pode relacionar-se com alguns aspectos das neurociências.