Anderson Cooper

anderson cooper

Anderson Cooper, de 51 anos, faz todos os dias 45 minutos de ginásio no centro de Manhattan. O telefone não pára. Ele tem um jornal diário para fazer e tem que o ganhar na luta pelas audiências. Anderson é filho de uma das mulheres mais ricas da América, Glória Wenderbilt. Mas o que ele faz é jornalismo na CNN.

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Acordar ao som de morteiros

judite sousa jornalista

Quem trabalha em televisão, acaba por ficar viciado no ecrã. Para uns, a profissão resume-se a aparecer na televisão. Sempre pensei que é importante ter uma retaguarda e isso passa por fazer reportagem com muita frequência e desenvolver outros trabalhos em paralelo. Eu optei pela escrita de livros e pelo blogue. E sempre que posso saio do conforto do estúdio para ir para o terreno.

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Admirável Sobrinho Simões

Sobrinho Simões

Soube pelo Expresso que Manuel Sobrinho Simões tinha tido um AVC. Fiquei descansada quando foi dito que o acidente foi controlado e não deixou mazelas.
Sobrinho Simões é um dos mais conceituados patologistas mundiais. É um dos mais reputados investigadores em cancro do esófago e estômago.

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Não sei lidar com o fracasso

A auto-estima leva-nos a pensar na auto-crítica. Será que a nossa motivação fica enfraquecida?
Dizem os especialistas que quando nos criticamos, estamos a levar para o nosso organismo adrenalina e cortisol e que isso irá possibilitar-nos, de acordo com o nosso sistema de autodefesa, modos de responder activamente a essa crítica.

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Judith

Os Estados Unidos não são apenas a superpotência. São os maiores em termos de cobertura mediática dos grandes acontecimentos mundiais. Tenho o privilégio de conhecer alguns dos craques. Voltei a cruzar-me com alguns conhecidos de outras “andanças” na Tailândia, em Chiang Rai.

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Trump e Putin

A revista Time está sempre a surpreender-nos. Pela positiva. Desta vez, é uma criação gráfica magnífica que junta os rostos de Donald Trump e Vladimir Putin. Vejam que é mesmo excelente.

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Os bastidores da TV

Ironicamente, apresentei há cerca de dois meses um livro sobre as histórias que ficam por contar, quando se trata de reportagens com densidade informativa.
Estava longe de imaginar que dois meses depois, iria noticiar o resgate de um grupo de crianças Tailandesas.

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Minutos de descanso

Com a diferença horária de seis horas, na Ásia só dá para dormir duas ou três horas por dia. No intervalo das reportagens e dos directos, aproveitamos para descansar o que for possível. Se for no chão, que seja. O importante é não falhar.

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A «tribo»

Este é o nome que é dado aos jornalistas estrangeiros que se encontram sempre em grandes acontecimentos internacionais. Não há rivalidade. Partilham-se informações, comida (bolachas), sorrisos. São quase sempre os mesmos: os mais experientes, os mais resistentes, os mais desenrascados. Não há horas para dormir.

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