Os Amigos

Será que a opinião dos amigos influencia a nossa tomada de decisões em matéria de afectos e relacionamentos?

 

Qual é o vosso ponto de vista?

 

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Momentos da vida

vida efemera

É tudo tão efémero. É tudo tão passageiro. É tudo tão relativo nas nossas vidas. Ora estamos bem, ora estamos mal. Temos alegrias e tristezas, temos ilusões e desilusões. Temos o singular e o plural. Vivemos porque nascemos e morremos porque nascemos e vivemos. Todos os dias, podemos ser surpreendidos com coisas boas, positivas que nos acontecem, como podemos ser envolvidos no que há de mais negativo.

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Pensar. Sentir. Viver

No turbilhão de emoções em que vivemos, estas palavras estão carregadas de sentido e levam-nos para um universo mental fascinante mas simultaneamente inacessível à maioria dos seres humanos.

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Pós-Verdade

Esta expressão foi eleita a palavra do ano em 2016 pelo dicionário Oxford. Está directamente ligada a circunstâncias nas quais factos objectivos têm menos influência na opinião pública do que “apelos à emoção e crenças pessoais”.

Vivemos numa onda de informações, que se sucedem ao ritmo de segundos. Com o Facebook, o Twitter, o Whatsapp, temos dificuldade em distinguir o que é verdadeiro e o que é falso. Daí ter emergido o conceito de “fake news”, ou noticias falsas.

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O olhar é o palco de todas as emoções

Um olhar silencioso diz tudo o que as palavras não ousam exprimir. Através do olhar, conseguimos enviar mensagens diferentes. Lembro-me sempre daquela frase “uma imagem vale mais que mil palavras” e tudo o que for dito, perante a força do olhar pode estar a mais, desfocando a comunicação do que é essencial. Quando queremos transmitir algo muito importante, também usamos a expressão “olha bem para mim”, o que reforça a importância deste fabuloso mensageiro.

O olhar é o palco de todas as emoções. Devemos desfrutá-lo com toda a sua intensidade e eficácia.

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A verdade é o amor

Morremos porque nascemos. Na essência, esta afirmação traduz o percurso de uma vida, qualquer que seja o tempo que ela dure. Mas talvez a pergunta mais simples e, simultaneamente, mais desafiante seja esta: porque é que vivemos? E talvez a resposta seja tão simples: vivemos para estarmos com os outros e para que eles guardem algo de nós.

Na voz íntima de Leonard Cohen, ele passou-nos o turbilhão de emoções em que vivemos. Cantava com uma sensibilidade que arrebatava corações estilhaçados.

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