Ainda o Tempo

economia do tempo judite sousa

Vivemos sem tempo. Acontece tanta coisa à nossa volta, estamos quase sempre pressionados pelo que temos que fazer, que não temos tempo para refletirmos sobre o que é realmente importante. Alguns estudiosos dizem que nos dias de hoje há uma economia do tempo como se fosse um bem tão precioso como a água. Estarão certos?

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Como estamos?

Dizem-nos a todo o momento que vivemos em sociedades livres e desenvolvidas. E que o trabalho árduo nos pode dar mais possibilidades. Porém, nunca se falou tanto em infelicidade, ansiedade, crises ambientais e humanitárias.

Afinal, como estamos?

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Lutar contra a depressão

como ultrapassar depressão

Nos meus últimos artigos, alguns leitores falam em depressão e revelam ausência de forças para a combater. Não há que ter medo da palavra. No nosso tempo, uma grande percentagem de pessoas sofre de depressão que mais não é do que um estado de tristeza permanente.

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Ansiedade

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Não é um estado de alma. Talvez fosse mais fácil se o fosse. A ansiedade é uma “doença”  do nosso tempo. Vivemos sob pressão. Não temos tempo para pensar e agir. Estamos como que obrigados a fazer coincidir tudo em segundos.

O que pensam?

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Para pensar…

Tales pensava que era a água.
Aristóteles pensava que todo o comportamento humano se destinava a alcançar a felicidade.
Nietzsche dizia que todo o comportamento humano se destinava a obter poder.
Freud pensava que todo o comportamento humano se destinava a evitar a ansiedade.

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O fracasso potencia a solidão

Falar hoje em dia em ansiedade, exigência e pressão profissional implica reflectir sobre o conceito de auto-estima. E a pergunta é: como nos vemos a nós próprios?

Nas nossas sociedades, para um indivíduo obter auto-estima é necessário que se sinta especial e acima da média, ou seja, num patamar superior ao da normalidade.

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Antecipar é viver antes da vida?

Vivemos e sofremos por antecipação, vamos colecionando fotografias do futuro. Mas, quando o vivemos, este sabe-nos a pouco, tem menos intensidade do que quando o imaginámos. É, não raras vezes, déjà vécu. Fazemos listas de tarefas, da semana, cronogramas dos meses, antecipamos um ano inteiro numa ânsia de conseguirmos encaixar todas as possibilidades num calendário. Sonhamos com as férias, o novo emprego, a casa que vamos comprar, o carro. Estamos, quase permanentemente, com um passo à frente. Mais do que desejar, vivemos o que ainda não aconteceu e, assim, nunca vivemos mesmo.

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