Ansiedade

ansiedade

Não é um estado de alma. Talvez fosse mais fácil se o fosse. A ansiedade é uma “doença”  do nosso tempo. Vivemos sob pressão. Não temos tempo para pensar e agir. Estamos como que obrigados a fazer coincidir tudo em segundos.

O que pensam?

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Para pensar…

Tales pensava que era a água.
Aristóteles pensava que todo o comportamento humano se destinava a alcançar a felicidade.
Nietzsche dizia que todo o comportamento humano se destinava a obter poder.
Freud pensava que todo o comportamento humano se destinava a evitar a ansiedade.

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Sobre a política…

Não podemos alhear-nos da dimensão política se queremos compreender o nosso mundo e o nosso tempo, se queremos influenciar os nossos destinos e o destino. A política lança o maior desafio ao conhecimento.

 

Edgar Morin

Concordam?

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VIVER

Quando pensamos que as pedras que aparecem no nosso caminho podem criar-nos dificuldades imponderáveis, eis que surgem luzes que nos permitem encarar os nossos dias com outro entusiasmo.
Mas para isso temos que estar de coração aberto.

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Seguir em frente

Tenho para mim que devemos conduzir a nossa vida, fixando-nos naquilo que somos e nas nossas circunstâncias. Por maiores que sejam as adversidades, temos que ter o músculo necessário para seguir em frente. Olhar para o lado, não nos serve de nada; apenas expõe as fraquezas da natureza humana.

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Um livro sobre o amor

Este é um livro sobre o amor. Há olhares, beijos, toques, cheiros e tudo o mais que faz parte de uma vida a dois, gostando do outro, gostando de nós. 

É escrito por uma médica e por uma jornalista em longas conversas que mantiveram sobre afectos e a sexualidade no mundo de hoje. Esperamos que gostem tanto como nós gostamos de encontrar todas as palavras para lhe falarmos dos capítulos do amor. 

O lançamento é em Setembro.

 

Judite Sousa

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Amo-te

Em conversa com algumas amigas, falávamos da dificuldade que homens e mulheres experimentam em assumir palavras de amor numa relação  a dois. É como se algumas palavras fossem proibitivas. E não entendemos porquê. Melhor, a conclusão a que chegámos é que nos tempos que correm, as pessoas evitam compromissos. Procura-se o instante. Vive-se o presente mas não se quer pensar no futuro. Talvez por isso, seja utilizado na linguagem dos afectos o adoro-te, mas conjugar o verbo amar é já muito difícil de ouvir e de arriscar.

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