Desejei que o lançamento do meu novo livro fosse um bom momento de convívio, com direito a música brasileira. Assim foi. Obrigada a todos os que estiveram comigo ontem na livraria Leya Buchholz.
“Sou um homem Morto”
Falhado o contacto com o Brian, o miúdo da Rocinha, a possibilidade foi a favela do Vidigal. O meu contacto fixou três condições, sendo que uma delas era não gravar imagens de pessoas armadas. Não cumpri esta condição, ao que ele me disse no final das gravações: “se a imagem for utilizada, sou um homem morto”. O que é que aconteceu?
Saiba tudo no meu novo livro. O lançamento é amanhã!
Recomeçar
Os amigos Brasileiros
“Jamais entenderemos porque tudo aconteceu tão depressa e repentinamente, mas certos factos não ocorrem para serem questionados nem compreendidos. Ele viverá sempre nos nossos corações e continuaremos sentindo muita saudade.”
Não conheci o Brian
A história do Brian e dos estudantes portugueses no meu novo livro.
O Brian
Em 2007, o Brian tinha 11 anos, mas aparentava ter sete. Era franzino, desnutrido mas tinha grandes amigos. O Brian vivia na favela da Rocinha mas tinha sido “adoptado”, pelos estudantes portugueses que estudavam no Rio de Janeiro, no âmbito do intercâmbio com universidades portuguesas.
O Brasileiro Pepito
À porta do condomínio de Jair Bolsonaro estavam todos os dias os jornalistas e o Pepito. Levava o seu carro e vendia t-shirts com o nome do candidato e bonecos de borracha com os rostos dos principais actores políticos brasileiros. Pepito, um espectáculo!
Anderson Cooper
É uma das minhas referências. Excelente jornalista; extraordinário colega. Coincidí com ele no Paquistão, logo após os atentados do 11 de setembro. Os Americanos são os que melhor respondem nos cenários de grandes acontecimentos. São os primeiros a chegar.
A “turma” da Tijuca
Devido ao atentado à faca, o candidato presidencial Jair Bolsonaro ficou em casa durante a campanha eleitoral. Todos os dias de manhã, os jornalistas concentravam-se à porta do condomínio dele na Barra da Tijuca. Os brasileiros passaram a chamar-nos a turma da Tijuca.
Leiam tudo no meu novo livro que sai dia 3 de Janeiro.
Energias positivas
Esta expressão tem muito a ver com o nosso contexto social. Quando estamos tristes por alguma razão, precisamos de sentir à nossa volta calor humano. Necessitamos de perceber que somos ouvidos nas nossas lamurias, nos nossos desabafos e que há alguém que não só está disponível para nos escutar, como tem palavras de estímulo que nos fazem ultrapassar maus momentos, se for caso disso. São energias positivas. É isso que procuramos.
Concordam?

