Minutos de descanso

Com a diferença horária de seis horas, na Ásia só dá para dormir duas ou três horas por dia. No intervalo das reportagens e dos directos, aproveitamos para descansar o que for possível. Se for no chão, que seja. O importante é não falhar.

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A «tribo»

Este é o nome que é dado aos jornalistas estrangeiros que se encontram sempre em grandes acontecimentos internacionais. Não há rivalidade. Partilham-se informações, comida (bolachas), sorrisos. São quase sempre os mesmos: os mais experientes, os mais resistentes, os mais desenrascados. Não há horas para dormir.

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A vida que eu escolhi

São já 38 anos de jornalismo. Uma carreira muito diversificada. Gosto de tudo no jornalismo, mas embora muitas pessoas tenham de mim a imagem da entrevistadora, a minha paixão é mesmo a reportagem. O meu coração palpita quando sou enviada especial e quanto mais difíceis são as condições no terreno, mais eu me supero.

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O ADN do jornalismo

Os media tornaram a política mais transparente, mais igualitária e mais democrática. Uma das dimensões do jornalismo é escrutinar os diferentes Poderes, denunciar o que está mal, interrogar os acontecimentos e os seus protagonistas, questionar sem medos, sem condicionamentos, procurar a verdade e informar com rigor. É este o ADN do jornalismo.

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O regresso da seleção

É claro que todos desejaríamos que a seleção chegasse à final. Mas não aconteceu. Como também não o conseguiram a Alemanha, a Argentina ou a Espanha. Uma coisa é certa: caímos de pé.

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Nós e os outros

Cada vez mais, somos nós e os outros. O que nos faz sentir em sociedade é a partilha, a necessidade de estarmos em comunhão e em comunicação com os demais, sabermos coexistir com as nossas realidades, com as nossas culturas, em quadros civilizacionais diferentes.

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