Pós-Verdade

Esta expressão foi eleita a palavra do ano em 2016 pelo dicionário Oxford. Está directamente ligada a circunstâncias nas quais factos objectivos têm menos influência na opinião pública do que “apelos à emoção e crenças pessoais”.

Vivemos numa onda de informações, que se sucedem ao ritmo de segundos. Com o Facebook, o Twitter, o Whatsapp, temos dificuldade em distinguir o que é verdadeiro e o que é falso. Daí ter emergido o conceito de “fake news”, ou noticias falsas.

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O labirinto da paixão

Uma das muitas reportagens que um dia gostaria de fazer é sobre os labirintos da paixão.  Encontrar histórias de vidas que me permitissem ir ao encontro de afectos, de amores possíveis e impossíveis e de os contar em televisão.

Tenho algumas reflexões sobre o tema; um assunto difícil, ousado mas desafiante.

Muitas vezes apaixonamo-nos e não sabemos porquê.

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O olhar é o palco de todas as emoções

Um olhar silencioso diz tudo o que as palavras não ousam exprimir. Através do olhar, conseguimos enviar mensagens diferentes. Lembro-me sempre daquela frase “uma imagem vale mais que mil palavras” e tudo o que for dito, perante a força do olhar pode estar a mais, desfocando a comunicação do que é essencial. Quando queremos transmitir algo muito importante, também usamos a expressão “olha bem para mim”, o que reforça a importância deste fabuloso mensageiro.

O olhar é o palco de todas as emoções. Devemos desfrutá-lo com toda a sua intensidade e eficácia.

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A verdade é o amor

Morremos porque nascemos. Na essência, esta afirmação traduz o percurso de uma vida, qualquer que seja o tempo que ela dure. Mas talvez a pergunta mais simples e, simultaneamente, mais desafiante seja esta: porque é que vivemos? E talvez a resposta seja tão simples: vivemos para estarmos com os outros e para que eles guardem algo de nós.

Na voz íntima de Leonard Cohen, ele passou-nos o turbilhão de emoções em que vivemos. Cantava com uma sensibilidade que arrebatava corações estilhaçados.

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