Amores que nunca morrem

Há quatro anos, estava por estes dias na China. O grupo de jornalistas integrava cerca de vinte pessoas. Algumas, poucas, conheci-as. Outras não. E outras conheci-as do que escreviam sobre mim sem me conhecerem.

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Regresso

Depois de uma semana de trabalho em Windsor, o regresso com passagem por Londres com a minha amiga Margarida Leite. Foi bom ter tido ao meu lado uma pessoa tão importante na minha vida. Somos ambas do Porto e foi em casa dela que me refugiei três semanas quando o André partiu.

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O custo humano

Donald Trump prometeu e cumpriu. Está concretizada a transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém. É uma decisão política em total desacordo com aquele que era até agora o não alinhamento internacional em relação à causa Israel-Árabe.

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O Museu

Como em todas as cidades, é obrigatório visitar o Museu de História de Hong-Kong.
Nesta fotografia, são sublinhadas as reformas iniciadas por Deng XiaoPing em 1980: “um país, dois sistemas”. Politicamente, um regime comunista; economicamente a defesa do capitalismo.

Judite Sousa

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Poder económico asiático

Na última década, acentuou-se a deslocação do poder económico para os chamados “tigres” Asiáticos. A prosperidade das regiões económicas especiais, criadas por Deng Xiaoping, foi um bom teste para o “capitalismo” Chinês. Hong-Kong permanece como uma das principais praças financeiras do Mundo, a par de Xangai e de Singapura.

Judite Sousa

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Arranha-céus

Hong-Kong é a cidade do mundo com mais arranha-céus por metro quadrado. Começou por ser uma ilha árida e hoje é uma das metrópoles mais cosmopolitas. Por trás de mim, está um dos edifícios mais emblemáticos de HK: o Banco da China.

Judite Sousa

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