A Nova Iorque da China

Hong Kong

Retomo os meus gostos. Já perceberam que me ligam a Hong-Kong laços emocionais muito fortes.

Tinha 19 anos e o meu destino era Macau, onde trabalhei ano e meio. Sempre que podia, dava um salto a HK, que fica a uma hora de barco. Era fascinada pelo brilho da cidade, pela sua opulência, pela grandiosidade. Passeava por Central e pelas outras ilhas, nomeadamente Kowloon. Perdia-me nas compras. Tudo era brilho à minha volta.

Voltei várias vezes depois desta primeira experiência. Em trabalho e em turismo, também levei o André. O Natal de 1999 foi passado em Hong-Kong. Depois de ter feito a cobertura da transferência de Macau para a China, fomos para HK e só regressamos dia 26.

Foi também a partir de Hong-Kong que viajei para Pequim, de comboio. Foi uma viagem de três dias. Pouco ou nada havia para comer, mas a experiência foi incrível.

Acompanhei de perto a evolução da cidade. Conheci-a como colónia Britânica e depois como região especial da República Popular da China. Quando voltei encontrei tudo igual: vanguardismo, cosmopolitismo, organização, beleza.
A vantagem de conhecer bem uma cidade é sabermos onde ficam todas as coisas que queremos visitar. Desse ponto de vista, fui uma boa cicerone para a minha irmã e sobrinha. Estivemos em todo o lado. E fizemos óptimas compras na ladies street onde se encontram coisas muito giras a baixo custo.

Já visitaram Hong Kong?

Judite Sousa

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