Aprender com os antigos

beleza

No Antigo Egipto e na Grécia Antiga, a mulher era associada à luz, ideal, universal e intemporal. A elegância era adotada mas não a excessiva magreza como hoje se advoga. A mulher deveria ser opulenta e generosa nas formas, mas elegante no falar e nos gestos. Conta-se na “Odisseia” que Penélope é graciosa e elegante. Eurípides refere Helena de Tróia como a beleza ideal. Curiosamente, quase não existem documentos históricos que atestem a real beleza física de Cleópatra VII, apesar de ser conhecida como a embaixatriz da cosmética e dos cuidados de beleza, cuidando-se a fim de encantar e seduzir.

Do livro “Não me olhes com esse tom de voz”.

Judite Sousa

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