Acordar ao som de morteiros

judite sousa jornalista

Quem trabalha em televisão, acaba por ficar viciado no ecrã. Para uns, a profissão resume-se a aparecer na televisão. Sempre pensei que é importante ter uma retaguarda e isso passa por fazer reportagem com muita frequência e desenvolver outros trabalhos em paralelo. Eu optei pela escrita de livros e pelo blogue. E sempre que posso saio do conforto do estúdio para ir para o terreno.
Tenho a certeza que quando deixar o ecrã, não irei entrar em depressão porque nunca deixei de fazer outras formas de jornalismo. Uma das coisas que mais prazer me dá na redação é o meu envolvimento nos alinhamentos dos jornais. Acho que sou muito intuitiva e antecipo as preferências dos espectadores. Gosto muito desse trabalho que não se vê mas que é tão importante para o resultado final.

Judite Sousa

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