A Mulher e as etapas do envelhecimento

Não me engano muito se disser que a esmagadora maioria das mulheres não fica indiferente ao processo de envelhecimento, sobretudo quando os sinais exteriores começam a ser evidentes. A atitude mais comum é tentar adiar este processo.
O envelhecimento não é fácil de aceitar, mas lidar com ele pode ser ainda mais complicado.
Qual de nós não se lembra do dia em que encontrou no espelho um corpo que estava a ficar diferente. Se por um lado vale a pena combater os vestígios do  percurso do tempo, também entendo que é preciso encontrar um equilibro nas opções que fazemos para nos mantermos “em forma”. Até porque no mínimo, é ridículo ter 50 anos e querer parecer uma mulher de 35.
Francesca Angelini dedicou-se a esta questão do envelhecimento das mulheres. Primeiro, porque é mulher e também teve de enfrentar as adversidades da idade. Depois, porque teve a iniciativa e a capacidade de usar os recursos do Centro de Pesquisa do Grupo Angelini, que pertence à sua família,  para investigar esta área da estética.
Com experiência e trabalho, combinando a ciência e a natureza, nasceu a marca Anjelif.
O “segredo” está numa molécula de origem marinha capaz de retardar o processo de envelhecimento da pele ao mesmo tempo que contraria a força da gravidade. Chama-se “Polglumyt”,  um nome difícil e estranho que não precisamos de fixar. Afinal, o que é importante reter é que esta célula tem a capacidade de adiar o processo de flacidez .
Como diz Francesca Angelini “Não podemos parar o tempo, mas podemos atrasar”. E deixa um conselho: os cuidados anti envelhecimento devem começar aos 25 anos.
Por isso, a Anjelif teve a preocupação de criar gamas de corpo e rosto especificas para cada idade. E não precisamos de ir muito longe para encontrar bons exemplos. Catarina Furtado, Luísa Beirão, Sónia Araújo e Helena Isabel são mulheres Anjelif.

 

Patrícia Gallo, Empresária

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