Pomar e Roth

Ontem, foi a notícia da morte de Júlio Pomar, um dos grandes nomes da pintura contemporânea, um exímio retratista que nos deixou uma marca única pelos trabalhos notáveis que constituem o seu legado de homem das artes. Simples, discreto, Júlio Pomar era de uma afabilidade genuína que só os grandes possuem.
Hoje, é a notícia da morte de um dos maiores escritores de sempre: o norte-americano Philip Roth, um eterno candidato ao Nobel. Com mais de 30 livros publicados, a sua obra é de um intenso realismo e de uma turbulência emocional que fez dele um dos escritores mais lidos em todo o mundo. A partir da sua cidade natal, Newark, Roth descreveu a América como nunca ninguém o fizera.
É um dos meus escritores preferidos e “A mancha humana” um dos livros mais marcantes. Vou reler.

Judite Sousa

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