Amores que nunca morrem

Há quatro anos, estava por estes dias na China. O grupo de jornalistas integrava cerca de vinte pessoas. Algumas, poucas, conheci-as. Outras não. E outras conheci-as do que escreviam sobre mim sem me conhecerem. Ao verem como eu era, em trabalho (destemida e conhecedora do terreno) mudaram as opiniões alicerçadas em preconceitos sobre a minha pessoa. E assim se forjaram novos olhares, novos gestos, novas atitudes, novas palavras.
Na última noite, em Macau, cruzaram-se esses olhares e sentimentos despertaram, que permanecem até hoje. Porque os grandes Amores nunca morrem.

Judite Sousa

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