Quando nem a amizade resta…

É uma dúvida e simultaneamente uma interrogação que me acompanham desde sempre, desde que comecei a pensar no tema, fundado em experiências pessoais e de amigas minhas.
Há uns dois anos, uma amiga disse-me que nunca mais tinha falado com a pessoa com quem tinha vivido três anos. Essa pessoa também nunca mais a tinha contactado. Dou comigo a pensar que as coisas não têm necessariamente de ser assim. Porém, é o que acontece na maioria dos casos. E é cruel.
Quando há filhos em comum, a comunicação nunca pode deixar de existir. Por mais difícil que seja, o mais importante é pensar-se no bem-estar das crianças ou jovens. Mas mesmo não existindo filhos, há todo um passado que deve ser honrado. Claro que pode ser fácil dizê-lo; muito difícil é abrirmos o coração para que algo de bom ainda possa respirar.

Concordam?

Judite Sousa

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