FACEBOOK, adeus.

Há palavras que queimam e que quando utilizadas nas redes sociais, onde não existem filtros, podem ter efeitos incendiários.
Bruno de Carvalho, cujo processo de destituição parece estar em marcha, usou e abusou do Facebook desde que chegou à Presidência do clube. Começou por usa-lo para afirmar a sua imagem e liderança e acabou a desqualificar os jogadores também via Facebook.

 A história não podia ter um bom desfecho. E agora, o que fez Bruno de Carvalho? Decidiu encerrar a sua conta no Facebook. Significa isto que o presidente do Sporting decidiu que a sua melhor defesa era ficar calado? Provavelmente não. Não parece ser homem de “andar por aí”. O que provavelmente aconteceu é que alguém lhe explicou o poder devastador das redes sociais na construção ou na ruína de uma personalidade.
Por alguma razão o co-fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, vai amanhã à Câmara dos Representantes dos EUA e irá assumir as responsabilidades do escândalo dos dados de 87 milhões de utilizadores da rede, alegadamente utilizados para influenciar as últimas eleições americanas.
É isto. Tudo se sabe. Vivemos num mundo transparente e teremos que estar preparados para utilizarmos com bom senso os novos meios de comunicação. Se o conseguirmos, poderemos continuar em rede. Se não, o melhor é dizer: adeus.

O que acha sobre o uso do Facebook para fins profissionais e políticos? Estaremos nós preparados para a exposição?

Judite Sousa

 

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